MOLIÈRE – UMA COMÉDIA MUSICAL

Livre - 120 - 16 anos

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MATHEUS NACHTERGAELE, ELCIO NOGUEIRA SEIXAS E RENATO BORGHI EM MOLIÈRE – UMA COMÉDIA MUSICAL

A peça, que conta ainda com mais onze atores no elenco, é a primeira montagem da renomada dramaturga, escritora e roteirista mexicana Sabina Berman no Brasil. A direção é de Diego Fortes, ganhador do Prêmio Shell 2017.

 Uma disputa bem-humorada entre a Comédia, representada por seu mais ilustre autor, Molière (vivido por Matheus Nachtergaele), e a Tragédia, personificada pelo poeta Jean Racine (Elcio Nogueira Seixas)

Embalada por músicas de Caetano Veloso, executadas ao vivo e com arranjos originais do maestro Gilson Fukushima, montagem faz parte do projeto de intercâmbio cultural promovido pelo Sesi-SP e o Teatro Promíscuo para valorizar a dramaturgia latino-americana. A peça marca a estreia da obra teatral da renomada dramaturga mexicana Sabina Berman no Brasil. O espetáculo é dirigido por Diego Fortes, ganhador do Prêmio Shell em 2017 pelo espetáculo O Grande Sucesso.

Inspirada no próprio teatro de Molière, que fundia vários estilos em uma mesma obra (Commedia Dell’Arte; influências renascentistas e barrocas; humor satírico), a encenação busca integrar linguagens diversas em uma intensa dinâmica cênica.  “A fusão de linguagens de Molière e a autenticidade de suas criações nos possibilitaram misturar cores e texturas com extrema liberdade, procurando sempre uma encenação em que regras pudessem ser quebradas”, diz o diretor Diego Fortes.

Em cena, quatorze atores e músicos vão narrar o inusitado conflito entre formas opostas de pensar o mundo, expressas pelas famosas máscaras do Teatro: uma ri malandramente de tudo e de todos, a outra mostra reverência e temor diante da dor e da morte. O embate épico entre estas duas faces da vida tem como cenário a corte carnavalesca de Luis XIV, o Rei Sol (Nilton Bicudo), na França.

Amado pelo público e favorito do extravagante do rei, Molière trava uma luta tragicômica, com seu aprendiz Racine para manter a posição de dramaturgo mais prestigiado da corte. Enquanto isso, Arcebispo de Paris, grade entusiasta da guerra, Monsenhor Péréfixe (Renato Borghi), tentará se aproveitar do conflito para banir do reino o Teatro e seus artistas, endurecer a censura e lançar a França em uma era de conquistas, violência e sacrifício. É mais nobre fazer o público rir ou chorar? Os artistas devem mostrar o mundo como ele é ou como deveria ser? Porque proibir obras de arte e perseguir seus criadores? Até que ponto aqueles que criam devem submeter-se à vontade daqueles que pagam? Estas são algumas das grandes questões que permeiam o enredo do espetáculo inédito.

O cenário de André Cortez evidencia o jogo de transições entre teatro e realidade ao mesmo tempo em que dissipa os limites entre palco e plateia. O público, enquanto assiste a uma encenação de Molière ou de Racine, também acompanha as reações do Rei Luís XIV e do Arcebispo Péréfixe ao espetáculo. Os figurinos de Karlla Girotto brincam com a ideia irreverente de uma "França Tropical", ou melhor, de uma delirante "Tropicália Francesa" irrompendo em plena corte absolutista do século XVII.