PARABÉNS SENHOR PRESIDENTE

19/12/2019   -   Quinta-feira às 21:00 h   -   Comédia Dramática   -   70   -   12 anos
Piracicaba   -   Teatro Municipal Dr. Losso Netto..   -   Av. Independência, 277 - Alto
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Meia R$ 35,00 R$ 7,00
Porto Seguro R$ 35,00 R$ 7,00
Unimed R$ 35,00 R$ 7,00
Clube JP R$ 35,00 R$ 7,00
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Descrição

**TIPOS DE INGRESSOS**
Meia: Professores, Estudantes, Pessoas acima de 60 anos.
Unimed: Cliente com o Cartão do Plano de Saúde
Porto Seguro: Cliente Porto Seguro com direito a 1 acompanhante pagando mais um ingresso com o mesmo valor.
Vivo Valoriza: Basta apresentar uma conta recente e o RG/CNH
Clube JP: Assinantes do Clube Jornal de Piracicaba

**PROIBIDA ENTRADA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO**
***ESTUDANTES NÃO É ACEITO BOLETO OU DECLARAÇÃO DE MATRICULA***

Sinopse:
Pela segunda vez, Danielle Winits interpretará Marilyn Monroe no teatro. Desta vez, a personagem contracenará com Maria Callas, vivida por Christine Fernandes.

A comemoração do 45º aniversário do então presidente dos EUA John Kennedy, no dia 19 de maio de 1962, ficou marcada na vida de duas grandes divas: Marilyn Monroe, que cantou um ‘Happy Birthday’ tão sexy como histórico, e Maria Callas, ovacionada minutos antes, ao cantar ‘Habanera’, da ópera ‘Carmen’, sem imaginar que a aproximação à família Kennedy levaria, anos mais tarde, ao fim de seu romance com Aristóteles Onassis. Nessa histórica noite, Callas e Monroe se encontraram nos bastidores do Madison Square Garden.

Essa conversa é o ponto de partida de ‘Parabéns Senhor Presidente’, texto de Fernando Duarte e Rita Elmôr, com direção de Fernando Philbert.

Fernando Duarte escreveu ainda ‘Callas’, sobre a vida da cantora de ópera, com direção de Marília Pêra, e ‘Depois do Amor’, último espetáculo dirigido por Marília,

‘Parabéns Senhor Presidente’ é protagonizado por Danielle Winits (que interpretará Marilyn Monroe pela segunda vez numa produção teatral) e Christine Fernandes 

(Maria Callas). Na peça, depois de ter cantado ‘Habanera’, Callas se vê repentinamente diante de Marilyn que, com os olhos marejados, abraça a cantora e diz: “Somente uma pessoa que conheceu o amor verdadeiro consegue cantar como a senhora. Mas vejo tanta tristeza no seu olhar”.

Callas, orgulhosa e vaidosa, não gosta do comentário e dispara: “Se a senhorita pensa que pode falar tudo o que lhe vier à cabeça apenas por ser Marilyn Monroe, está enganada”

Depois de assistir à apresentação da atriz, Callas ficou comovida e, no dia seguinte, enviou uma orquídea para Marilyn. O cartão dizia: “A senhorita é uma boa alma, eu não soube compreendê-la, peço que me perdoe”.

O texto de Fernando Duarte e Rita Elmôr organiza um diálogo que expõe, ao mesmo tempo, as distâncias e as proximidades entre as duas, ressaltando a beleza do universo feminino em sua complexidade. Apesar das diferenças entre elas, perceptíveis de imediato, a dificuldade de se afirmar com autonomia em um mundo controlado pelos homens aproxima as duas, assim como a impossibilidade de encarar a vida sem afeto.

Dividindo o mesmo espaço por uma hora, as duas célebres artistas conversam sobre o universo particular de cada uma, sem imaginar que Marilyn iria falecer dois meses depois. Ambas falam de suas inquietações com seus relacionamentos, suas aparências e suas competências para exercer suas profissões, entre outras coisas.

Mais do que falar de Maria Callas e Marilyn Monroe, o texto aborda temas relevantes sobre o universo feminino. Em cena, as duas mulheres falam com franqueza sobre assuntos ainda em pauta nos dias de hoje. O espetáculo explora o drama feminino dos tempos recentes, a divisão entre afeto e realização, o conflito diante do papel a desempenhar em um mundo ainda regido pelos homens.

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